PF abre inquérito que mira Bolsonaro sobre possível genocídio ao povo Yanomami

A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o possível crime de genocídio na condução, pelo governo de Jair Bolsonaro, da crise de saúde dos Yanomami, principal comunidade indígena que vive no estado de Roraima. A investigação foi aberta após pedido do ministro da Justiça, Flávio Dino.

O procedimento será conduzido pela superintendência de Roraima. A ação é mais uma a apontar omissões graves em uma crise de saúde que se alastra dentro do povoado: o Ministério Público Federal (MPF) chamou a questão de “omissão do Estado”, e ao mesmo tempo em que o governo Lula faz a exoneração coletiva de nomes ligados à Funai.

Um dos principais agravantes da saúde pública no local é a entrada de garimpeiros ilegais na região. Dario Kopenawa, um dos principais líderes Yanomami, disse que chegou a pedir ao então vice-presidente Hamilton Mourão a retirada dos invasores, que estariam minerando ouro ilegalmente na região, poluindo rios e trazendo doenças aos nativos. Mourão, que presidia o Conselho da Amazônia, não teria agido, segundo a liderança.

A PF deve analisar agora se o gabinete de Jair Bolsonaro descumpriu uma lei de 1989 sobre o tema, que classifica como genocídio “a intenção de destruir, no todo ou em parte, grupo nacional, étnico, racial ou religioso.”

 

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