Lula sobre clube de tiros: “temos que fechar quase todos”

presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta terça-feira (25/7) ter dito ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que “quase todos” os clubes de tiro devem ser fechados. Para o presidente, apenas os clubes da polícia ou das Forças Armadas deveriam funcionar.

“Eu, sinceramente, não acho que um empresário que tem lugar para praticar tiro é um empresário. Já disse para o Flávio Dino: nós temos que fechar quase todos. Só deixar abertos aqueles que são da PM [Polícia Militar], do Exército ou da Polícia Civil“, afirmou o presidente durante a edição desta terça-feira do Conversa com o Presidente, seu programa semanal de entrevista.

“É organização policial que tem que ter lugar para atirar, para treinar tiro. Não é a sociedade brasileira. Não estamos preparando uma revolução. Eles tentaram preparar um golpe”, afirmou ainda Lula.

Reforço na fiscalização

A declaração ocorre após Lula assinar, na última sexta-feira (21), um novo decreto para regulamentação das armas de fogo que limitou o funcionamento dos clubes de tiro para o horário das 6h às 22h, e com instalação a, pelo menos, um quilômetro de escolas.

Na semana passada, em coletiva de imprensa, Dino também frisou que o governo vai reforçar, “e muito”, a fiscalização dos clubes de tiro, já que vários estabelecimentos são utilizados como fachada para vender ou desviar armas ao crime organizado.

Jovem de 24 anos morre de demência apenas dois anos após o diagnóstico

Andre Yarham era a pessoa mais jovem com demência frontotemporal no Reino Unido. Cérebro do jovem foi doado e será estudado Fonte: Metrópoles

Anvisa proíbe alisantes capilares e saneantes. Confira quais produtos

Anvisa determinou o recolhimento de alisantes de duas marcas de cosméticos e perfumes de outras duas Fonte: Metrópoles

Permanência de Hulk no Atlético-MG divide opinião de torcedores. Veja vídeo

Hulk tem proposta para deixar o Atlético-MG e assinar com o Fluminense; clube se movimenta para tentar renovação de contrato Fonte: Metrópoles