Policial penal que baleou casal estava fora da escala, bêbado e com arma do Estado: Expoacre violou regra de segurança

O policial penal Raimundo Nonato Veloso, que baleou o casal de namorados Rita de Cássia e Wesley Santos da Silva, na madrugada desta segunda-feira, na Boate Tardezinha, entrou na Expoacre de forma ainda não explicada.

O governo havia orientado uma revista criteriosa para barrar todo cidadão que portasse armas (brancas ou de fogo). Esta revista deveria ser feita em todos os portões de entrada (principal e estacionamento). Mas a recomendação foi violada, resultando numa ocorrência de pânico e terror na saída da boate Tardezinha. A organização da Expoacre não veio a público. Ainda há o agravante de o policial ter agido sob efeito de álcool.

Em nota, o governo admite que Raimundo Nonato não estava de serviço. Ou seja, ele usou uma arma acautelada, de propriedade do Estado, para resolver problemas que ele causou (importunação e assédio sexual).Ainda segundo a nota oficial do Iapen,

“No âmbito do Iapen, um procedimento administrativo também já foi aberto para investigar a conduta do servidor. O instituto destaca que não compactua com qualquer atitude desta natureza, primando sempre pela ordem e pelo compromisso com a segurança da sociedade acreana”, diz a nota.

A expectativa pelo afastamento do policial acabou frustrada. A audiência de custódia está marcada para o meio-dia de hoje, podendo ser decretada a prisão preventiva e o encaminhamento dele ao presídio.

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