Com roupa de presidiário, empresário que teria mandado matar Gedeon Barros depõe de novo

Nove dias depois de ser preso, o empresário Carmélio da Silva Bezerra voltou a ser interrogado pelo assassinato do ex-prefeito Gedeon Barros, na tarde de sexta-feira, 29, na sede da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil.
Carmélio prestou declarações por cerca de 10 minutos ao delegado Alcino Ferreira Junior.
Neste período, o empresário negou qualquer envolvimento na morte do ex-prefeito de Plácido de Castro.
 Ele disse também que não conhece um dos executores do crime, que seria delator do crime.
Carmélio negou ainda qualquer ligação com o ex-secretário de esportes, Mazinho Mariano, que também está preso pela acusação de ser um dos mandantes do crime.
Uma das finalidades do novo interrogatório é confrontar com as declarações apresentadas pelo ex-secretário de esportes.
Mazinho também foi interrogado no último dia 26.
O delegado Alcino Ferreira Junior não revelou a íntegra das declarações do empresário, mas disse que as informações colhidas foram importantes para o inquérito policial.
Após o procedimento o empresário foi encaminhado para o presídio. A defesa de Carmélio ingressou com um habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), pedindo a impugnação da prisão preventiva.  David Santos alega no recurso cerceamento da defesa. O HC deve ser julgado até a próxima semana

Embargos no TRT: sentença que anulou eleições no Sinteac deve ser mantida; Oposição pede respeito ao estatuto da entidade

A situação envolvendo a anulação das eleições do SINTEAC (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre) é um dos assuntos mais comentados...

Fé, vingança e “farra com dinheiro público”: Antônia Lúcia faz nova denúncia explosiva contra o marido pastor da Assembléia de Deus

A deputada federal Antônia Lúcia voltou a incendiar o cenário político ao fazer duríssimas acusações contra o ex-marido, o pastor e deputado federal Silas...

Moisés Alencastro: polícia não viu homofobia, mas respeita opinião contrária do Ministério Público; DETALHES

As investigações policiais em torno da trágica morte do colunista social Moisés Alencastro chegaram ao fim. E os investigadores não reconhecem a homofobia (crime...