sábado, junho 22, 2024

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Oposição traumatizada: didático e convincente, secretário Pedro Pascoal cala Michelle Melo, Edvaldo Magalhães e Jarude

Por Evandro Cordeiro, do acrenews

O secretário de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, jogou água fria na fervura da oposição ao Governo na Assembléia Legislativa ao explicar com detalhes o contrato com a empresa Medtrauma, objeto de matéria veiculada no último domingo pela Globo.

Ao chegar na casa do povo cercado pela cúpula do Palácio Rio Branco, com secretários como os da Casa Civil e Administração, Pascoal encontrou uma oposição serelepe, exaltada, com discursos acalorados de Edvaldo Magalhães (PCdoB), Michelle Melo (PDT) e Emerson Jarude.

A convocação do secretário de Saúde foi ideia de um deputado da base, Afonso Fernandes (PL). Os aliados do Palácio não vêm nada além de coisas mal explicadas. O próprio Afonso disse que a pressa da oposição é perigosa, porque condena previamente e depois poderá se decepcionar. Após as explicações de Pedro Pascoal, provavelmente estará encerrada a matéria do Fantástico aqui no Acre, uma vez que os órgãos de controle, segundo o próprio Pedro, seguem chancelando o contrato com a Medtrauma.

Pedro Pascoal disse que “Se basearmos pela tabela SUS, nós não conseguiríamos entregar um procedimento, um exame. Ela [tabela do SUS] foi criada em 2007 e desde então não foi feito nenhum reajuste, com base na inflação. Mais de 15 anos aí que nós não temos um reajuste. Reconhecendo isso e vendo a quantidade de pacientes represados nas filas, o Ministério da Saúde reconhece que nós podemos pagar até quatro vezes o preço da tabela SUS. Uma coisa e comprar o material e operar o paciente lá no Brasil, em São Paulo, nos grandes centros. Outra coisa é operar na Amazônia Legal. O fato de estarmos na Amazônia Legal dificulta a logística”, explicou Pedro Pascoal.

“Aqui, hoje, nós não teríamos nada que desabone para a revogação do contrato com a empresa, mas isso é uma decisão de governo. A gente teria um dano significativo no Pronto-Socorro. Mais de 3.600 pessoas deixariam de ser atendidas”.

 

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