PP no Acre, refém de um líder só, ou aceita ser vice ou passará a sua maior vergonha

É vergonhoso um partido como o Progressistas não ter alternativa capaz de brigar pela prefeitura da capital, e estar refém de um único líder expressivo: o próprio governador.

Três deputados federais e três estaduais não foram suficientemente competentes para preparar alguém competitivo. Alysson só tem culpa por sua intransigência, sua insistência, e não está em discussão a sua honra, a sua dignidade, o seu caráter e a sua ética enquanto homem, pai, gestor e pessoa. De tão inocente, acredita no impossível. De tão sonhador, dorme e acorda ainda mais fragilizado. Isso não é bíblico. Em política a emoção é burrice!

A Executiva Municipal do PP parece acéfala, alheia à gravidade de um cenário apático. Os que o desejam é pelo poder da máquina. Jamais seduzirão o eleitor, principal interessado, faltando tão pouco para o pleito e sem nenhuma proposta apresentada a quem, de fato, elege. A militância progressista (?)…não existe, exceto quem defende seus cargos repostando notícia de ontem em grupos de Whatsapp. Em sua essência, não empodera mulher nenhuma, tampouco projeta jovens.

Os dirigentes nacionais, por desconhecerem a realidade local, erram ao defenderem, intransigentemente, uma candidatura própria. Falta humildade para reconhecer as limitações política de seus quadros abaixo da figura do governador. “Não ser vice de ninguém, em hipótese alguma”, é se achar, como diz o ditado, “a última bolacha do pacote”. Doideira não comparar a conjuntura do Acre com o cenário que eles vivem lá em cima.

Gladson precisa de pulso, e avaliar o seu legado antes de tudo. Legado este que não pode ser maculado por uma segunda derrota seguida em eleições municipais. Espera-se que a decisão do governador de ficar neutro seja a mais sensata. É a politicamente correta, muito embora seja difícil vir a público anunciar isso sem melindrar seu entorno.

Deixa que eles “morram abraçados” !!!!! Ou “morrerás” junto a eles.

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