“Paulinho Calafate”, recapturado após 42 meses foragido, progrediu de regime por um erro da justiça; Entenda

A vida de foragido de Paulo Roberto Amorim da Silva, de 51 anos, chegou ao fim.
“Paulinho Calafate”, como é mais conhecido, foi preso na manhã desta sexta-feira, 17, na cidade Vila Velha, no Espirito Santo. Estava sendo procurado desde de 7 de dezembro de 2020.
Foi nesta data, por volta das 13 horas, que o sistema de monitoramento do IAPEN detectou o rompimento da tornozeleira eletrônica, em um ponto da Via Chico Mendes, saída de Rio Branco para as regiões Centro Oeste, Sudeste e Sul.
Paulinho Calafate estava no regime semiaberto há apenas 19 dias quando violou o equipamento.
Na época, ficou constatado que a progressão de regime ocorreu por um erro judicial.

Ou seja, o preso passou a ser monitorado em 18 de novembro de 2020, mas pelos cálculos ele só teria direito ao benefício em 31 de outubro de 2023.
Paulinho Calafate, um dos alvos da operação Tróia, deflagrada pela Polícia Federal, foi condenado a quase 12 anos de prisão. E a sentença não foi levada em consideração na hora de calcular a progressão de regime.
Apontado como a principal liderança de uma organização criminosa no estado está sentenciado em vários processos a uma pena total de 37 anos, 9 meses e 12 dias. Desse total, ele só cumpriu 18 anos, 7 meses e 14 dias – 49% da pena total. A expectativa agora é que o preso seja transferido para Rio Branco.

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