Vídeo: o aparato de guerra na chegada de “Luizinho do CV” ao Acre; Ministro boliviano liderou prisão

Luiz Gomes da Silva, o Luizinho do CV, foi deportado pelas autoridades bolivianas no final da tarde de sábado e entregue à polícia acreana na fronteira do Brasil, na cidade de Brasiléia, interior do Acre. Ele foi preso na cidade de Cochabamba, no estado boliviano de Bene, numa operação da própria polícia boliviana que contou com informações da polícia brasileira que estava à procura do foragido.

No ato da prisão, Luizinho portava entorpecente e usava documentos falsos com o nome de Luiz Pardo da Silva.

O próprio vice-ministro de Justiça da Bolívia, Roberto Rios, se encarregou de comandar a operação policial que conduziu o criminoso até a região de fronteira com o Brasil.

Um verdadeiro aparato de guerra foi montado pelas forças de seguranças do país vizinho, por causa da periculosidade do preso e o risco de uma possível tentativa de resgate por parte de faccionados.

No Brasil, Luizinho do CV é acusado de ser o chefe da facção criminosa “Carioca” na região de fronteira do Brasil com o Peru e a Bolívia a partir do Estado do Acre.

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Ele é citado pela polícia acreana como o autor de uma dupla execução ocorrida na cidade de Brasiléia, em fevereiro deste ano, o sequestro de um fazendeiro na cidade de Epitaciolândia, além de tráfico internacional de drogas, cárcere privado e incêndio a patrimônios públicos.

A polícia acreana montou um forte esquema de segurança para o transporte do preso da região de fronteira até Rio Branco, onde ele deve cumprir pena de 16 anos no presídio de segurança máxima Antônio Amaro.

Luizinho do CV já está sentenciado e ficará à disposição da justiça para responder pelos outros crimes que lhe são atribuídos.

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