Médica e líder comunitária envolvidas em fake news a contra Marcus Alexandre são alvo de PF

Uma médica lotada como clínica geral no Hospital de Urgência de Rio Branco deve explicar à Polícia Federal em que circunstâncias – e a mando de quem – ela apareceu numa residência, no Bairro Sobral, sentada por trás de uma mesa, em horário de expediente, supostamente atendendo pessoas por meio de fichas.

Uma operação da Polícia Federal chegou ao endereço, na manhã desta sexta-feira, e fez buscas autorizadas pela justiça contra uma líder comunitária que gravou vídeo mostrando a médica e dizendo que os pacientes estariam ali como eleitores do candidato Marcus Alexandre. Mas o candidato não estava lá, e nenhum de seus apoiadores.

Marcus pediu investigação sobre o caso e negou que a mulher que aparece no vídeo tenha alguma ligação com sua campanha.

Setores da imprensa local veicularam uma gravação, sem provas contra o candidato, em que a dona da residência – alvo da operação policial – cita a médica num ambiente com vários cartazes de campanha do candidato Marcus Alexandre.

A denúncia teria sido plantada pela coligação que tenta reeleger o prefeito Tião Bocalom, por meio de uma ordem direta do senador Márcio Bittar.

Os depoimentos da médica e da líder comunitária devem esclarecer mais um episódio de fake news e baixaria de campanha por parte da aliança pró-Bocalom.

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