Conselho presidido por Alckmin faz moção crítica ao aumento da Selic

Em reunião extraordinária realizada nessa quarta-feira (11/12), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) aprovou, por unanimidade, moção crítica sobre a decisão do Banco Central (BC) de aumentar a taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto percentual.

O conselho é presidido pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), representantes de 20 ministérios, além do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e 21 entidades da sociedade civil.

Segundo o Conselho, o aumento da Selic “prejudica a continuidade do crescimento econômico, o investimento produtivo e a geração de emprego e renda no país”.

Na noite dessa quarta, após dois dias de reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou a elevação da taxa básica de juros do país, a Selic, de 11,25% ao ano para 12,25% ao ano.

A decisão foi unânime e marca o encerramento da presidência de Roberto Campos Neto, que será sucedido por Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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O que diz o Copom

O comunicado do Copom diz que a decisão é “compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante”. “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”.

O texto ainda diz que o comitê antevê, “em se confirmando o cenário esperado”, ajustes de mesma magnitude nas próximas duas reuniões, marcadas para janeiro e março de 2025.

“A magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.”



Fonte: Metrópoles

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