Ataque a acampamento de gado no Sudão do Sul mata 35, diz líder comunitário

Agressores não identificados invadiram acampamentos de gado em uma área no sudeste do Sudão do Sul na semana passada, matando pelo menos 35 pessoas e ferindo 46, relatou Mayom Ateny, líder comunitário.

O ataque ao gado ligado à competição por recursos escassos é um dos principais gatilhos de conflito entre grupos étnicos no país inundado de armas após décadas de guerra.

“Em 31 de janeiro, os acampamentos de gado Dinka Bor foram atacados”, declarou Ateny, à Reuters no domingo (2), dando detalhes das mortes e ferimentos nos quatro acampamentos visados.

Ele acrescentou que 11 mil cabeças de gado foram levadas.

Olum Pole Pole Ataruk, comissário do condado de Magwi, local dos ataques, e Elia John Ahaji, ministro da informação do estado de Equatoria Oriental, lar do condado, não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

O gado é um importante indicador de riqueza e status no Sudão do Sul, e geralmente é dado como preço de noiva para a família de uma mulher como presentes que variam em número de menos de 10 cabeças a várias centenas.

Nicholas Haysom, chefe da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS), expressou preocupação com a escalada da violência entre criadores de gado e comunidades agrícolas na Equatoria Oriental.

“Tais ataques e contra-ataques devem parar”, exclamou Haysom em uma declaração que condenou a violência e pediu que todas as partes mostrassem contenção.

Uma guerra civil no Sudão do Sul de 2013 a 2018 causou centenas de milhares de mortes e, embora os principais combatentes tenham estado em paz desde então, os confrontos continuam entre grupos armados.

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