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Combustíveis mais caros: saiba quais hábitos adotar para gastar menos

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Combustíveis mais caros: saiba quais hábitos adotar para gastar menos

Usar carros, motos e caminhões está cada vez mais caro no Brasil. Um dos fatores que pesam no bolso dos consumidores brasileiros é o preço dos combustíveis nos postos, o que ficou mais evidente neste mês após reajustes feitos pelos estados e Petrobras.

A seguir o Metrópoles explica quais fatores influenciaram na alta do preço médio dos combustíveis para o consumidor final e lista alguns hábitos que podem ajudar a reduzir os custos com o abastecimento de veículos.


A alta no preço dos combustíveis


Rafael Schiozer, professor de finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), explica que o aumento do ICMS — implementado por todos os estados e DF — e o reajuste da Petrobras no preço do diesel foram responsáveis por essa alta mais recente nos preços dos combustíveis nos postos.

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

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Com um preço médio de R$ 6,19 na gasolina e de R$4,19 no etanol, e tarifas ficam ainda mais altas em pagamentos no cartão de crédito

Breno Esaki/Metrópoles

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Preço da gasolina chega a R$ 6,59 no DF

Hugo Barreto/Metrópoles

Os novos valores para o ICMS a partir de fevereiro de 2025 são:

#A Petrobras só fez mudanças no valor por litro do diesel, não houve aumento nos preços das gasolina e etanol.

No caso da gasolina, levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que o preço médio do litro de gasolina na bomba subiu de R$ 6,20 (na última semana de janeiro) para R$ 6,35 entre 2 e 8 de fevereiro. O aumento foi de 2,4% — o que representa o maior valor dos últimos dois anos.

Segundo Schiozer, o consumidor final é impactado dentro do ciclo da cadeia produtiva. Ou seja, caso a refinaria cobre mais caro da distribuidora, ela repassará esse acréscimo para o posto, que, por fim, aumentará os preços nas bombas.

“Não tem muito como escapar disso, com qualquer mercadoria é assim. Se aumenta o preço lá do produtor, quem está intermediando vai ter que repassar essa alta, em parte ou totalmente, para o consumidor final”, observa ele.

Para o professor da FGV, a comparação entre a inflação de alimentos e a questão dos combustíveis é “muito fraca”. “O impacto direto dos combustíveis é para quem, de fato, usa combustível, dirige carro, dirige caminhão”, diz.

“Tudo que é insumo, que transporta alimento, vai acabar afetando um pouquinho o preço dos alimentos, mas isso é um elemento bem pouco relevante. Tem outras coisas mais importantes, como a safra, entressafra e a demanda”, ressalta Schiozer.


Dicas para economizar com combustível


 


Fonte: Metrópoles

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