Após picolé com barata viralizar, fábrica é fechada e multa pode ultrapassar R$ 13 milhões

Supresinha! O picolé que foi encontrado com uma barata dentro deu o que falar na internet e logo viralizou, virando notícia em um jornalístico local da Globo, transmitido no Rio de Janeiro. Acontece que agora a fábrica de sorvetes localizada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, vai sofrer as consequências. O Procon-RJ fechou o estabelecimento intitulado Doce Verão, que pode ser multado em mais de R$ 13 milhões. Segundo o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor, o local já foi autuado.

O prazo para apresentar uma defesa é de 15 dias, sendo assim, depois desse período, uma avaliação das irregularidades que foram encontradas será realizada. Além de averiguar as justificativas apresentadas, os agentes da Secretaria de Defesa do Consumidor e do Procon já interromperam o funcionamento da fábrica. Conforme mostrado no “Bom Dia Rio”, com Flávio Fachel e Silvana Ramiro, a fiscalização encontrou inúmeras irregularidades estruturais e sanitárias: ausência de telas de proteção contra pragas e rachaduras, ralos inadequados, mofo no teto e nas paredes.

Veja as fotos

Foto: Divulgação/Procon-RJ
Foto: Divulgação/Procon-RJ
Foto: Divulgação/Procon-RJ

Para piorar, a companhia não possui certificado do Corpo de Bombeiros, muito menos licença sanitária. Caso cumpra as exigências legais e faça corretamente todas as adequações, a Doce Verão poderá ser reaberta. A cena viral, que logo dominou as páginas da web, mostra um banhista na praia do Recreio dos Bandeirantes desabafando com a nojeira encontrada. Direto da Zona Oeste do Rio, o rapaz dispara: “Coisas que só acontecem no Recreio. Olha isso, o picolé que a menina acabou de comprar aqui, olha o que tem dentro do picolé. É uma barata inteira, grande!”.

Gutemberg Fonseca, Secretário da Defesa do Consumidor, rasgou o verbo: “As condições encontradas nesse estabelecimento são inaceitáveis. A interdição é uma medida necessária, e a empresa só poderá reabrir após corrigir todas as irregularidades”. Os órgãos responsáveis garantiram que seguirão monitorando o caso para garantir o cumprimento das exigências. Os consumidores da marca e cariocas estão horrorizados, já que o picolé está sendo bastante comercializado no período de férias e carnavalesco.

 


Fonte: Portal LEODIAS

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