Dívida pública federal cresce 3,3% e chega a R$ 7,49 tri em fevereiro

A dívida pública federal (DPF) cresceu 3,30% e ficou em R$ 7,49 trilhões em fevereiro, o que representa um aumento nominal (quando o valor não é ajustado pela inflação) em comparação a janeiro, quando estava em R$ 7,25 trilhões.

Os dados fazem parte do relatório mensal da dívida pública federal (RMD) referente a janeiro de 2025 e publicado nesta sexta-feira (28/3) pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.

Com esses dados, o estoque da dívida pública federal encerrou o mês de fevereiro fora dos limites previstos no Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2025, com variação de R$ 8,1 trilhões a R$ 8,5 trilhões no ano.


Entenda a dívida pública federal

  • A dívida pública federal é contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal (quando o governo acaba gastando mais do que arrecada).
  • As principais formas de classificá-la são: quanto à forma utilizada para o endividamento e quanto à moeda na qual ocorrem os fluxos de recebimento e pagamento da dívida.
  • Em 2024, o estoque da dívida pública federal somou R$ 7,3 trilhões. O resultado ficou dentro dos limites previstos no Plano Anual de Financiamento (PAF) do ano passado.

O prazo médio da DPF — intervalo médio em que o governo leva para refinanciar a dívida pública — desacelerou na passagem de janeiro para fevereiro, passando de 4,11 anos para 4,08 anos — dentro dos limites estipulados no PAF 2025 (entre 3,8 anos e 4,2 anos). Uma redução do prazo indica menos confiança dos investidores na capacidade do governo federal de honrar os compromissos.

Composição da dívida

Quase metade da dívida pública está atrelada à taxa básica de juros, a Selic. Em fevereiro, a composição da DPF ficou da seguinte forma:

  • Taxa Flutuante (Selic): 47,8%;
  • Índices de Preços (IPCA): 27,5;
  • Prefixados (com rendimento definido no momento da emissão): 20,5%; e
  • Câmbio (dólar/real): 4,2%.

O maior detentor da dívida pública é o grupo Instituições Financeiras, que aumentou em fevereiro. O estoque passou de R$ 2,02 trilhões para R$ 2,1 trilhões. A participação do grupo subiu para 29,83%.

A participação da Previdência Social na DPF caiu para 24,08%. Em fevereiro, o grupo aumentou o estoque em R$ 33,54 bilhões, totalizando R$ 1,73 trilhão no mês.

Confira os demais detentores:

  • Fundos de Investimento têm participação de 22,28%, com estoque de R$ 1,6 trilhão.
  • Não-residentes têm participação de 9,65%, com estoque de R$ 692,91 bilhões;
  • Seguradoras têm participação de 3,81%, com estoque de R$ 273,65 bilhões;
  • Governo tem participação de 3,22%, com estoque de R$ 231,45 bilhões; e
  • Outros tem participação de 7,12%, com estoque de R$ 511,07 bilhões.

Colchão da dívida pública federal

A reserva de liquidez (o chamado “colchão”) da dívida pública — recursos presentes na Conta Única do Tesouro Nacional (CTU), no Banco Central (BC), para pagar a DPF — teve aumento em fevereiro na comparação com janeiro.

O colchão expandiu 19,47% em fevereiro, passando de R$ 743,92 bilhões para R$ 888,78 bilhões. Atualmente, o valor em caixa é suficiente para quitar 6,66 meses de vencimentos de títulos.



Fonte: Metrópoles

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