Possível filiação de Alan Rick ao MDB pode tirar Marcus Alexandre e Tanísio Sá do partido

A possível filiação do senador Alan Rick ao MDB pode trazer sério desconforto a dois grandes puxadores de votos na legenda: o engenheiro Marcus Alexandre e o deputado Tanísio Sá. Uma reunião convocada em caráter emergencial, a pedido do senador, está prevista para esta sexta-feira com os chamados “cabeças brancas” do MDB.

Oficialmente, os caciques da legenda desconversam, informando ser cedo para falar em 2026. Acontece que Alan não tem mais espaço no União Brasil, do qual ele é presidente estadual, isso após a federação com o PP ter sido dada como certa. Um possível acerto nesse sentido traria a ex-deputada federal Jéssica Sales para vice de Alan, única composição capaz de agregar votos no Vale do Juruá, de ondo o pai, presidente do MDB, ainda mantém certa liderança. Assim, a ida do senador para o Republicanos seria abortada, afinal o partido do deputado federal Roberto Duarte entra como aliado natural da aliança.

O encontro não deve fugir à pauta inadiável: Alan chega cotado, segundo pesquisas eleitorais internas, para a disputar o Governo do Acre com a vice-governadora Mailza Assis, que está fortalecida com a federação PP-UB e cresce a cada dia, especialmente com o empoderamento dado a ela pelo governador Gladson Cameli e com o apoio de ao menos 80% dos prefeito empossados neste ano.

Tanísio Sá, embora emedebista com poder de decisão inabalável dentro do MDB, é um dos mais fortes aliados do governo na Assembléia Legislativa. Esta relação sequer foi ameaçada na última campanha (para prefeito da capital), quando o deputado assumiu publicamente apoio incondicional a Marcus Alexandre contra Bocalom, o candidato governista.

O respeito do governador e de Mailza ao deputado foi engrandecido pela gratidão de parte a parte.

Já Marcus Alexandre, por ser egresso do PT, sempre foi alvo de ilações, agressões pontuais- contra ele e até contra a sua família – por parte de grupos bolsonaristas dos quais Alan Rick é cativo.  O senador jamais manifestou solidariedade ao ex-prefeito, de quem, provavelmente, será correligionário – ou não.

 

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