Disfarçada de drag queen, Lady Di viveu aventura ao lado de Freddie Mercury

O legado da Princesa Diana, mesmo décadas após sua morte trágica em Paris, continua a fascinar o mundo. Leitores de todo o mundo terão acesso a novas histórias nesta terça-feira (29/4), quando será lançada “Dianaworld: An Obsession”, nova biografia escrita por Edward White e com trechos revelados exclusivamente pela revista People. O livro aborda a vida privada da Princesa de Gales e ganha novos contornos, incluindo a história de uma ousada aventura noturna ao lado de Freddie Mercury.

Durante a década de 1980, Diana teria vivido uma noite digna de contos de fadas modernos: disfarçada de homem, ela escapou da vigilância constante da mídia para visitar o famoso bar gay Royal Vauxhall Tavern, em Londres. A missão secreta foi organizada com a ajuda dos amigos Kenny Everett e Cleo Rocos, que também estavam acompanhados do vocalista da banda Queen.

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Princesa Diana em entrevistaReprodução: BBC News
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Outro documentário sobre Lady Di: “Diana Princess of Wales A Celebration of a Life”Divulgação: Netflix
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Atriz Elizabeth Debicki que interpreta Lady Di em “The Crown”Reprodução

Segundo Rocos, Diana insistiu em acompanhá-los, mesmo sendo alertada que o local era frequentado por “gays peludos”. Determinada, ela usou uma jaqueta militar camuflada, boné de couro e óculos de aviador para se misturar aos frequentadores sem ser notada.

O disfarce funcionou perfeitamente. Em meio à penumbra do bar, ninguém reconheceu a princesa mais famosa do mundo. Ela permaneceu ali apenas o tempo suficiente para tomar uma bebida e sentir o gostinho da liberdade antes de retornar discretamente ao Palácio de Kensington, no dia seguinte, devolvendo as roupas emprestadas por Everett.

O episódio ecoa outros momentos em que Diana buscou anonimato para viver experiências comuns. Além dessa famosa saída, há relatos de que ela também se disfarçou em outras ocasiões, como ao visitar o bar de jazz Ronnie Scott’s com Hasnat Khan, seu namorado à época.

Para o escritor Desmond O’Connor, que criou o musical “Royal Vauxhall” inspirado nesse evento, essa escapada simboliza algo mais profundo: o desejo de Diana e da comunidade LGBTQIA+ londrina de encontrar espaços onde fossem aceitos como realmente eram. O musical surgiu em um período crítico, quando diversos espaços gays icônicos de Londres estavam ameaçados de fechar, incluindo o próprio Royal Vauxhall Tavern.

Embora Diana tivesse acesso aos palácios de Kensington, Highgrove e Althorp, muitos acreditam que essas mansões eram verdadeiras prisões douradas. Ao se disfarçar e se aventurar pela cidade, Diana conquistava a liberdade de ser apenas ela mesma, longe dos olhares e julgamentos que marcaram sua vida pública.

A nova biografia também mergulha nas raízes aristocráticas de Diana, seu impacto cultural e suas esperanças para uma vida mais anônima após o divórcio com o então Príncipe Charles.



Fonte: Portal LEODIAS

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