Dívida pública federal cresce 0,22% e chega a R$ 7,51 tri em março

A dívida pública federal cresceu 0,22% e ficou em R$ 7,51 trilhões em março de 2025, o que representa um aumento nominal (quando o valor não é ajustado pela inflação) em comparação a fevereiro, quando estava em R$ 7,49 trilhões.

Os dados fazem parte do relatório mensal da dívida pública federal (RMD) referente a março de 2025 e publicado nesta quarta-feira (30/4) pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.

Com esses dados, o estoque da dívida pública federal encerrou o mês de março fora dos limites previstos no Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2025, com variação de R$ 8,1 trilhões a R$ 8,5 trilhões no ano.


Entenda a dívida pública federal

  • A dívida pública federal é contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal (quando o governo acaba gastando mais do que arrecada).
  • As principais formas de classificá-la são: quanto à forma utilizada para o endividamento e quanto à moeda na qual ocorrem os fluxos de recebimento e pagamento da dívida.
  • Em 2024, o estoque da dívida pública federal somou R$ 7,3 trilhões. O resultado ficou dentro dos limites previstos no Plano Anual de Financiamento (PAF) do ano passado.

Esta variação deveu-se à apropriação positiva de juros, no valor de R$ 71,01 bilhões, neutralizado, em parte, pelo resgate líquido, no valor de R$ 54,72 bilhões.

Composição da dívida

Quase metade da dívida pública está atrelada à taxa básica de juros, a Selic. Em fevereiro, a composição da DPF ficou da seguinte forma:

  • taxa flutuante (Selic): 46%;
  • índices de Preços (IPCA): 28%;
  • Prefixados (com rendimento definido no momento da emissão): 22%; e
  • câmbio (dólar/real): 4%.

O maior detentor da dívida pública é o grupo Instituições Financeiras, com 30,5%, seguidos por Previdência (24,1%) e Fundos (21,5%).

Colchão da dívida

A reserva de liquidez (ou colchão) da dívida pública teve redução, em termos nominais, de 2,20%, passando de R$ 888,78 bilhões, em fevereiro, para R$ 869,24 bilhões, em março.

O colchão representa as disponibilidades de caixa destinadas exclusivamente ao pagamento da dívida e o saldo em caixa dos recursos oriundos da emissão de títulos.

Em relação ao mesmo mês do ano anterior (R$ 887,41 bilhões), também houve redução, em termos nominais, de 2,05%.



Fonte: Metrópoles

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