O prefeito Tião Bocalom samba na cara das autoridades, especialmente das que deviam mas não cumprem sua obrigação de zelar pelo dinheiro público. A última do gestor da capital foi autorizar passagens e diárias à própria esposa, que está nomeada desde o início do ano como chefe de gabinete do marido prefeito.
Kelen vai acompanhar o marido em viagem a Brasília (veja ato publicado no Diário Oficial desta quinta-feira).
O Ministério Público tentou dar uma satisfação à sociedade, anunciando que estaria investigando a nomeação, um flagrante de nepotismo direto, logo após a notícia, agora confirmada, de que a mulher do prefeito, que é advogada, ter sido guinada a um cargo com salário de R$ 28 mil acrescidos de privilégios autorizados pelo esposo – passagens aéreas, diárias e outros.
O MP não se manifesta.
O prefeito trata o dinheiro público como seu.
Nomeou, além da esposa, a mulher do afilhado e secretário de Comunicação, dois irmãos do presidente da Câmara Municipal (seu afilhado político também) e dois filhos de secretários (João Marcus Luz e Clendes Villas Boas).
É o moralista para quem “se não roubar dá”.