Treze pessoas foram presas em flagrante nesta quarta-feira, acusadas por formação de quadrilha, durante operação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e a Assessoria de Inteligência da Polícia Militar auxiliarem. Os investigadores informaram que o bando lucrava até R$ 250 mil ao mês, após recrutarem adolescente com altas habilidades em informática. As vítimas preferenciais da quadrilha eram idosos.
Os presos compõem, segundo o MP, uma organização criminosa especializada em aplicar o “golpe do Pix”.
As prisões foram feitas numa residência, no Bairro Ivete Vargas, em Rio branco. A casa servia como central das atividades ilegais, informou a assessoria do MP. No local, os criminosos mantinham um esquema estruturado, utilizando múltiplos aparelhos celulares para cometer fraudes.
De acordo com as investigações, o grupo se passava por uma agência bancária para enganar as vítimas e obter transferências indevidas. O golpe do Pix, utilizado pelo grupo, envolve práticas fraudulentas que exploram o sistema de pagamentos instantâneos, com o objetivo de induzir os usuários a realizar transações sob falsos pretextos.
Além das prisões, foram apreendidos celulares, chips e carregadores utilizados nos crimes.
O MP não detalhou como os criminosos conseguiam acessar o aplicativo em nome das vítimas.
Fonte: MPAC