Haddad: secretário dos EUA admite que taxar bons parceiros é anomalia

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a dizer que o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, teria compreendido a “apreensão” dos países da América do Sul com o “tarifaço” do governo de Donald Trump.

Segundo ele, Bessent reconheceu ser uma anomalia taxar parceiros comerciais.  O encontro entre os dois ocorreu no último domingo (4/5), em Los Angeles, na Califórnia. Haddad estava em viagem oficial nos EUA para captar investimentos no setor de data centers.

“Tarifar uma região que tem deve uma coisa que não me parece muito razoável. Fiz chegar a ele essa manifestação [e] ele próprio reconheceu que é uma anomalia taxar quem compra de você”, disse Haddad a jornalistas em evento na B3.

O ministro afirmou que “ele (secretário) compreendeu que eu falava ali não só em nome do Brasil, mas em nome de um país importante, numa região que está sendo afetada desproporcionalmente. Uma vez que os Estados Unidos têm superávit comercial com a região. Então, é não razoável tratá-la de maneira equivalente a países que têm superávits comerciais enormes”.

Para ele, Bessent deixou claro que há espaço aberto para diálogo entre Brasil e EUA. “Entendi da fala dele que esse tipo de assunto [apreensão com as medidas protecionistas] não é tabu e vai ser tratado com a devida responsabilidade e seriedade”.

No entanto, Haddad entende que “o Brasil está bem posicionado para enfrentar essa turbulência”. Ele defende que o país continuará crescendo e gerando emprego, além de trazer a inflação à meta. “Vamos continuar gerando oportunidade de trabalho e renda no Brasil”.



Fonte: Metrópoles

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