Entenda os desafios da Fifa até a Copa do Mundo de 2026

Copa do Mundo de 2026 será histórica. O primeiro jogo ocorre daqui exatamente um ano, no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México, no México. Será a primeira vez que o torneio será disputado com 48 seleções e em três sedes diferentes.

O Mundial terá jogos também nos Estados Unidos e no Canadá. A grande final será no MetLife Stadium, em Nova Jérsei, região metropolitana de Nova Iorque. Canadá e México receberão jogos das oitavas e das quartas de final.

Onde serão os jogos

  • México: 13 jogos (Cidade do México, Monterrey e Guadalajara);
  • Canadá: 13 jogos (Vancouver e Toronto);
  • Estados Unidos: 78 jogos (Boston, Nova Iorque, Philadelphia, Atlanta, Miami, Kansas City, Houston, Dallas, Los Angeles, São Francisco e Seattle);

Fórmula de disputa

A expansão do número de participantes obrigará uma mudança no formato de disputa do principal torneio de seleções. As 48 seleções serão divididas em 12 grupos de quatro equipes. Cada equipe realizará três jogos.

As duas melhores seleções mais os oito melhores terceiros colocados avançam para a fase eliminatória. A partir daí, serão jogos únicos eliminatórios para avançar até a final. O total de jogos saltará de 64 partidas para 104.

Questões estruturais

A maior parte dos jogos será nos EUA, o que representa um desafio para a Fifa. As questões envolvem reformas estruturais nos estádios, gramado para os jogos e até possíveis dificuldades com a chegada e transporte de torcedores.

Os gramados levantam preocupações entre os jogadores. Durante a disputa da Copa América em 2024, evento organizado pela Conmebol e não pela Fifa, jogadores criticaram as superfícies sintéticas utilizadas.

Além disso, alguns campos foram reduzidos em função das estruturas do estádio. A Fifa já garantiu que os campos terão as dimensões oficiais.

Dos onze estádios que receberão jogos nos EUA, 10 utilizam grama sintética ou híbrida. É uma prática comum no país, uma vez que os estádios recebem jogos da NFL e grandes eventos como shows.

Alguns estádios também precisarão de poucas mudanças estruturais para evitar pontos cegos. A intenção é evitar pontos cegos nos cantos dos estádios, principalmente, uma vez que os estádios foram projetados para jogos de futebol americano.

Entrada nos EUA

Na última quarta-feira (4), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump proibiu a entrada de cidadãos de 12 outros países nos Estados Unidos. Segundo a medida, pessoas do Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen estão barradas de entrar nos EUA.

Outros sete países sofreram restrições parciais. São eles Cuba, Venezuela, Burundi, Laos, Serra Leoa, Togo e Turcomenistão. A medida entra em vigor na próxima segunda-feira (9).

Segundo representantes do governo norte-americano, as medidas não afetarão atletas desses países. No entanto, não houve garantia da presença de torcedores.

A Fifa acompanha a questão, mas não se manifestará oficialmente sobre o tema. O ponto positivo é a proximidade entre Gianni Infatino, presidente da entidade, com Donald Trump.

Investimento em segurança

Outra questão envolvendo a participção do governo dos Estados Unidos será a segurança. As cidades-sedes estimaram um valor de 625 milhões de dólares (R$ 3,4 bilhões) de investimento para garantir a segurança não só nos estádios, mas também nos eventos chamados ‘fan fest’ realizados. Atualmente, não há garantia que o Governo Federal ajudará com esse valor.

O congresso norte-americano classificou o evento como “alvo excepcionalmente atraente para agentes mal-intencionados”. Existe também preocupação do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, segundo o jornal The Athletic.

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