O ator Dado Dolabella se manifestou oficialmente nas redes sociais após ser condenado a dois anos e quatro meses de prisão em regime aberto por agredir a prima e ex-namorada Marina Dolabella, em outubro de 2020. Na ocasião, ele teria rompido o tímpano da vítima após uma crise de ciúmes.
Em nota oficial, o ator afirmou que repudia qualquer forma de violência e disse confia plenamente na Justiça, onde diz ser o local “adequado para esclarecer os fatos”.
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Dado Dolabella
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Dado Dolabella.
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Luan Pereira e Dado Dolabella
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Luan Pereira e Dado Dolabella.
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Wanessa Camargo e Dado Dolabella
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Dado Dolabella e Wanessa Camargo
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“Respeito profundamente todas as mulheres que sofrem violência. Minha vida é guiada por valores de paz, evolução e responsabilidade. Agradeço o carinho e apoio de todos. Sigo confiante de que a verdade prevalecerá”, completou ele na postagem.
O ator também reforçou o posicionamento na legenda da postagem. “Quero reforçar que repudio qualquer forma de violência, tanto contra mulheres quanto a falsas acusações, tenho plena confiança na Justiça, que é o espaço certo para que tudo seja esclarecido”.
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Defesa do ator já tinha se manifestado
Na sexta-feira (29/8), a defesa de Dado Dolabella afirmou que vai recorrer da decisão que condenou o ator e alegou que o processo não ouviu testemunhas, nem apresentou provas.
A advogada de Dado também defende que há contradições entre o boletim de ocorrência e os depoimentos prestados. “Essas incoerências enfraquecem a acusação e já foram levadas ao Tribunal para análise”, afirma em comunicado.
Segundo a equipe jurídica, a condenação se baseou apenas no relato da vítima. Além disso, a advogada alega que a condenação se baseou apenas no relato da vítima e questiona a validade do laudo, que teria sido apresentado fora do prazo e contém “falhas técnicas graves”.
A juíza Cíntia Souto Machado, do VII Juizado de Violência Doméstica da Barra da Tijuca, considerou os maus antecedentes de Dolabella e a gravidade da agressão para definir a pena, segundo o g1. O processo corre em segredo de Justiça.
Fonte: Metrópoles