Governo prevê inflação dentro da meta no Orçamento de 2026

O governo federal enviou nesta sexta-feira (29/8) o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026. O texto prevê inflação dentro da meta no período.

A meta de inflação, segundo o Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual, ou seja, com piso de 1,5% e teto de 4,5%. Ela será considerada cumprida se oscilar dentro desse intervalo de tolerância.

Para 2026, o governo espera que a inflação fique em 3,6% ao ano, ou seja, dentro do intervalo de tolerância da meta.

Veja as previsões a seguir:

2026: 3,6%
2027: 3,1%
2028: 3%
2029: 3%

Os valores constam na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), apresentada em abril.

A partir de 2025, a meta de inflação começou a ser medida em formato de meta contínua, e não mais por ano-calendário. Agora, o índice é apurado mês a mês. Se o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, a meta é considerada descumprida.

Leia também

O que é a LOA?

  • A Lei Orçamentária Anual é um documento que estabelece o orçamento para o ano seguinte, no caso, 2026.
  • A LOA determina o nível de equilíbrio geral entre receitas e despesas, ou seja, a meta fiscal para o ano seguinte que deverá ser seguida pelo Executivo.
  • O texto deve ser apresentado ao Congresso Nacional para votação até o dia 31 de agosto, quatro meses antes do término do ano.
  • Através da LOA ficam definidos os limites de despesa e receita, e como os recursos serão alocados.

Orçamento para 2026

O orçamento total previsto para 2026 é de R$ 6,5 trilhões, destes, R$ 3,1 trilhões são despesas financeiras e R$ 3,1 trilhões são primárias. Já a projeção de receita primária total é de R$ 3,1 trilhões, ou 23,04% do PIB. Para as despesas primárias do governo federal, a projeção é de R$ 2,6 trilhões, ou 18,81% do PIB. Com o objetivo de manter o Regime Fiscal Sustentável, o orçamento limita o crescimento real das despesas em 2,5%.

  • Despesas financeiras: gastos essenciais, como custeio de pessoal, investimentos em saúde e educação, por exemplo.
  • Despesas primárias: gastos com o pagamento de juros e amortização de dívidas.
  • Receita primárias: recurso arrecadado pelo governo com pagamento de taxas e impostos.



Fonte: Metrópoles

Produtos sem formaldeído para alisar cabelo também podem trazer riscos

Produtos para alisar cabelos sem formaldeído, conhecido como formol, ganharam espaço nos salões por serem vistos como alternativas mais seguras em relação às versões...

Como são escolhidos os nomes dos medicamentos no Brasil?

Antes de chegar às prateleiras das farmácias, os medicamentos passam por um extenso processo de avaliação, que não se limita à sua fórmula ou...

Operário faz “gol relâmpago” e vence o Coritiba pela Série B

O Operário-PR venceu o Coritiba por 1 a 0, nesta sexta-feira (29), em jogo válido pela 24ª rodada da Série B, no Germano Krüger,...