Em meio à intensa sequência de jogos do calendário brasileiro, Renato Gaúcho manifestou preocupação com a sobrecarga dos atletas após Samuel Xavier deixar o campo lesionado durante partida contra o Bahia, na Fonte Nova.
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1 de 9Luciano Juba comemora o gol do Bahia contra o Fluminense, nas quartas de final da Copa do Brasil • Letícia Martins/EC Bahia
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2 de 9Lance de Bahia x Fluminense, pelas quartas de final da Copa do Brasil • Letícia Martins/EC Bahia
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3 de 9Lance de Bahia x Fluminense, pelas quartas de final da Copa do Brasil • MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C.
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4 de 9Lance de Bahia x Fluminense, pelas quartas de final da Copa do Brasil • MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C.
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5 de 9Renato Gaúcho em Bahia x Fluminense, pelas quartas de final da Copa do Brasil • MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C.
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6 de 9Rogério Ceni atende torcedores do Bahia antes de jogo contra o Fluminense, pela Copa do Brasil • Divulgação/Bahia
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7 de 9Everton Ribeiro na chegada do Bahia à Fonte Nova, antes de jogo contra o Fluminense, pela Copa do Brasil • Divulgação/Bahia
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8 de 9Fábio no aquecimento antes de Bahia x Fluminense, pela Copa do Brasil • Marcelo Gonçalves/FFC
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9 de 9O Fluminense na Arena Fonte Nova para a Copa do Brasil, contra o Bahia • Marcelo Gonçalves/FFC
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O lateral-direito precisou ser substituído aos 11 minutos do primeiro tempo devido a dores na coxa esquerda. Em entrevista coletiva após o jogo, Renato defendeu a necessidade de rotação no elenco e criticou o volume de partidas.
Defesa do elenco e gestão física
Renato destacou que o Fluminense disputa três competições simultaneamente e que a equipe “não tem o tanque cheio desde o Mundial”. “A gente conversa com os jogadores todos os dias, com os fisiologistas, com o departamento médico, para saber as reais condições”, argumentou.
O técnico explicou ainda a dinâmica de recuperação dos atletas: “O jogador que joga no dia seguinte tem que fazer a recuperação. Dois dias depois, ele tem que treinar 15, 20 minutos para recuperar 48 horas antes do jogo. No dia seguinte, ele tem que fazer um treino rápido para ir para o jogo no outro dia”.
Ao defender seu trabalho de gestão do elenco, Renato ressaltou que outros times, mesmo disputando menos competições, também precisam realizar alterações frequentes nas escalações. “Tem clubes que estão disputando duas competições, às vezes até uma, e o treinador muda quatro ou cinco jogadores”, pontuou.
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