Reunião de Messias com frente evangélica enfrenta resistência, afirma Viana

O senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou nesta segunda-feira (01) que a frente evangélica do Senado Federal, presidida por ele, não tem aceitado a indicação do ministro da AGU (Advocacia Geral da União), Jorge Messias, para o cargo no STF (Supremo Tribunal Federal).

“Ouvi o pedido dele de um encontro com os senadores e o que tenho feito, primeiro como irmão da fé e segundo como presidente, é conversar com os senadores para ver se eles estão dispostos a se reunirem com o senhor Jorge Messias, pra que possam ouvi-lo”, disse Viana.

Segundo o senador, após ligações aos 17 senadores que contemplam a frente evangélica do Senado, a maior parte dos parlamentares não quer encontrar Messias o indicado de presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a vaga de Luiz Roberto Barroso, que se aposentou em outubro.

Para Viana, por uma questão de respeito ao cargo do ministro da AGU e a fé que os senadores compartilham, “seria interessante ouvi-lo e dar oportunidade a ele de falar”. Entretanto, o presidente da frente evangélica duvida “muito” que um encontro possa mudar “a decisão de voto de cada um dos senadores”.

“Primeiro estou ouvindo os senadores, estou conversando com um por um deles para saber se eles estão dispostos a participar. Até o momento, a maior parte deles não quer, mas há aqueles que estão se colocando a disposição para ouvir”.

“Duvido muito que um encontro que possa acontecer vá mudar a decisão de voto de cada um dos senadores”, completou o senador.

Segundo Viana, a indicação de Messias tende a intensificar o conflito em torno das emendas parlamentares entre o Legislativo e o Judiciário. Isso ocorre porque, desde o fim de 2024, o STF passou a monitorar de forma mais rigorosa o fluxo dessas emendas, exigindo maior transparência nas transferências.

As ações que questionam as regras de repasses, relatadas pelo ministro Flávio Dino, têm sido um dos principais embates entre os dois poderes, ao colocar sob fiscalização práticas consolidadas no Congresso. Nesse processo, a Advocacia-Geral da União (AGU) tem atuado como uma espécie de auditora, analisando a legalidade e a conformidade das operações, o que reforça ainda mais o atrito entre os poderes.

Para Viana, Messias estaria, assim, enfrentando as consequências da ” da desconfiança dos parlamentares a respeito do equilíbrio entre os poderes”.

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