A gestão de João Paulo Bittar à frente da Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (FUNTAC) tem sido marcada pela ausência de resultados concretos e pela transformação da instituição em palanque político da extrema direita.
Além de presidir a FUNTAC, João Paulo é conhecido como o “dono do PL no Acre”, o que evidencia a instrumentalização da fundação para fortalecer um projeto partidário e familiar, beneficiando diretamente o senador Márcio Bittar.
Em vez de liderar políticas públicas voltadas à ciência, inovação e soluções tecnológicas para os problemas estruturais do estado, João Paulo optou por se alinhar ao discurso ideológico radical, caminhando ao lado do coronel Ulisses e de João Marcos Luz, surfando na onda extremista impulsionada por Nikolas.
Ele gravou pouco antes do temporal que deixou cerca de 72 pessoas feridas, atingidas por um raio.
Enquanto isso, o Acre e Rio Branco enfrentam o caos provocado pelas chuvas, com enchentes, famílias desabrigadas, perdas materiais e abandono social. A FUNTAC, que deveria estar na linha de frente com planejamento, prevenção e soluções, permanece inerte.
O cenário revela uma gestão desconectada da realidade do povo, onde falta trabalho, sobram discursos; falta ação, sobra ideologia.
O Acre precisa de gestores comprometidos com responsabilidade social, inovação e resultados concretos, não de militância extremista travestida de gestão pública.

