Um soco no estômago: enquanto alguns se divertem ignorando as leis de navegação, o histórico do Calçadão da Gameleira é marcado por tragédias que ainda esperam por justiça.
Aqui está um resumo dos pontos mais críticos dessa “enxurrada” de multas, aplicadas nesse final de semana aos banhistas do Rio Acre em tempos de cheia e chuvas intensas:
O Cenário de Irregularidades
A Capitania dos Portos encontrou um verdadeiro “vale-tudo” na água:
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Menores de idade pilotando motos aquáticas.
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Embarcações sem registro e superlotadas.
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Condutores em visível estado de embriaguez (o que é crime, além de infração administrativa).
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Fuga de pilotos: Alguns conseguiram escapar rio afora ao avistarem a fiscalização.
O Peso no Bolso
A operação não foi apenas educativa. O relato de uma multa de R$ 20 mil em uma única lancha mostra que as infrações eram graves e cumulativas. Isso serve como um aviso de que a Marinha está apertando o cerco contra a imprudência que impera nos finais de semana.
O Fantasma da Impunidade
O trecho final da sua mensagem é o mais impactante. Ele conecta a fiscalização de hoje a mortes do passado que ainda geram revolta:
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Caso Bárbara Bruna (2017): Colisão fatal envolvendo embriaguez e falta de habilitação.
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Caso Maicilene da Costa (2019): Acidente que, segundo o inquérito citado, envolveu o deputado federal Eduardo Veloso.
O que é necessário para navegar legalmente?
A Marinha reforçou que não basta ter o veículo; é preciso:
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Arrais Amador/Motonauta: Habilitação obtida após curso e prova.
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Registro da Embarcação: Documentação em dia na Capitania.
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Equipamentos de Segurança: Coletes salvadores para todos e manutenção preventiva.
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Tolerância Zero: Álcool e pilotagem não se misturam, assim como nas rodovias.





