O silêncio de Márcio Bittar, rompido com Bocalom, e a crise no PL do Acre

Márcio Bittar só tem dado duas declarações aos que o procuram desde que Bocalom se decidiu candidato a governador:

1 – É cedo

2 – Não deixarei o PL jamais

O partido Liberal não tem pernas para duas candidaturas majoritárias no Acre.

O prefeito da capital sabe que não terá apoio total da legenda, que, em Brasília, não prioriza candidatura a governador, e sim renovar o mandato do senador.

Ciente de que é o preferido de Flávio Bolsonaro (presidenciável) e Valdemar da Costa Neto (presidente nacional do partido), o senador acreano passa longe dos jornalistas. Se isolou, e só observa o prefeito da capital avançar no seu plano. E aguarda a ordem que deve chegar de cima, obrigando Bocalom a seguir sozinho, mudar de partido, desistir ou, quem sabe, tentar a Câmara Federal.

É certo que Bocalom e Bittar romperam, e as arestas estão, por enquanto, entre eles, sem exposições públicas.

João Paulo Bittar, diretor da Funtac, filho do senador e dirigente do PL no Acre, é outro que optou pelo silêncio.

Nenhum deles irá ao ato em que Bocalom anunciará sua pré-candidatura ao governo, na manhã desta segunda-feira.

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