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Prisão domiciliar para Jair Bolsonaro fica mais distante

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Prisão domiciliar para Jair Bolsonaro fica mais distante

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes negou pela terceira vez o pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após o retorno de Bolsonaro de uma internação hospitalar, onde passou por tratamento médico. A apuração é da analista de Política da CNN Jussara Soares durante o CNN Prime Time.

Na decisão, Moraes destacou dois pontos principais para justificar a manutenção da prisão preventiva: o risco de fuga, que já havia sido citado quando decretou a prisão em novembro, e a melhora no quadro de saúde de Bolsonaro, contrariando o que foi alegado pela defesa.

A expectativa é que a defesa de Bolsonaro continue solicitando a prisão domiciliar, mas a possibilidade de mudança na postura de Moraes é considerada muito distante. “No curto prazo, não há nenhuma possibilidade de Bolsonaro voltar para casa. Pelo menos é a percepção aqui em Brasília”, explicou Jussara.

Condições de detenção e argumentos da decisão

Alexandre de Moraes ressaltou que Bolsonaro está detido em uma sala de Estado Maior na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde tem acesso a uma cama, televisão e assistência médica 24 horas por dia. O ministro afirmou que tudo o que foi recomendado pelos médicos pode ser realizado no local da detenção.

Outro argumento utilizado por Moraes foi que o critério de prisão domiciliar humanitária não é automático e precisa cumprir uma série de requisitos que, na avaliação do ministro, não são atendidos por Bolsonaro.

Esta é a terceira negativa de Alexandre de Moraes aos pedidos da defesa. A primeira ocorreu em novembro, quando o ministro decretou a prisão preventiva. A segunda foi em 19 de dezembro, quando autorizou a cirurgia de Bolsonaro, mas negou a prisão domiciliar. A nova decisão mantém Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, onde permanece desde que foi detido.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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