A atuação do atual secretário de Assistência Social de Rio Branco é lamentável, revoltante e inaceitável, e enquanto o município padece com alagamentos, famílias desabrigadas, pessoas em situação de rua sem qualquer amparo, fome, desemprego, queda de renda, crise na saúde e uma infraestrutura urbana destruída por buracos.
Ele prefere caminhar ao lado de Nikolas e de Márcio Bittar, abraçando pautas da extrema direita que em nada melhoram a condição de vida da camada mais pobre, a mesma que apostou em dois mandatos do prefeito na capital acreana.
Luz não tem luz em seu fracassado espólio político. Foi vereador sem produção legislativa nenhuma. Perdeu a reeleição exatamente por isso. Foi guinado a um cargo de secretário como prêmio de consolação e abandonou uma das secretarias mais importantes da gestão: a de Assistência Social e Direitos Humanos.
Ainda por cima, abraça Márcio Bittar, que só aparece no Acre efetivamente em tempos de eleição.
Marcus luz passa vergonha diariamente e, tal o qual o seu chefe, não se importa com as críticas do povo, que não aceita o fato de ele viver mais bajulando Bolsonaro, aqui e na capital federal. Desaparece, não vive a realidade do nosso povo, não enfrenta os problemas da cidade, não pisa na lama das alagações, não anda nas periferias e não sente a dor de quem sofre. Essa aliança revela o total distanciamento da realidade social do Acre.
E a responsabilidade direta por esse desastre tem nome: Tião Bocalom. É dele a culpa por permitir que a Assistência Social seja transformada em balcão político, palco ideológico e trampolim eleitoral, enquanto a cidade afunda em problemas reais e urgentes.
A extrema direita não tem compromisso com políticas públicas sociais, não governa para quem mais precisa e trata a pobreza como discurso, não como prioridade. Essa política excludente precisa ser banida da gestão pública.
O que o povo de Rio Branco precisa é de políticas públicas sérias, de geração de emprego e renda, de moradia digna, de saúde funcionando, de infraestrutura decente e, acima de tudo, de condições sociais reais para o nosso povo viver com dignidade.
Assistência Social não é palco ideológico, é cuidado, acolhimento, presença, trabalho diário e compromisso humano. Quem transforma essa pasta em projeto pessoal trai sua missão e abandona quem mais precisa.
Rio Branco não precisa de oportunistas nem de gestores omissos. Precisa de governo presente, sensível, responsável e comprometido com a justiça social.
