Durante duas operações em blocos de Carnaval na cidade de São Paulo, a Polícia Civil prendeu 16 suspeitos. As ações foram realizadas em duas datas: uma no último sábado (31), na região da Barra Funda, zona oeste, e outra neste sábado (7), durante o megabloco da cantora Ivete Sangalo, no Parque Ibirapuera, zona sul da capital.
Durante períodos festivo, a Polícia Civil usa agentes à paisana entre os foliões, como parte de parte da estratégia para coibir crimes. As ações contam com apoio do Grupo de Ações Rápidas e Repressão Especial (Garra), com foco no combate a furtos e roubos, especialmente de celulares.
A Polícia Militar também reforçou o policiamento com cerca de 5,2 mil policiais e 2,5 mil viaturas por dia de folia, além do uso de drones e câmeras do Programa Muralha Paulista, que permitem monitoramento em tempo real a partir do Centro de Operações da PM (Copom).
“Policiais ETs”
Policiais civis disfarçados de extraterrestres prenderam três homens suspeitos de venderem bebidas adulteradas no megabloco da cantora Ivete Sangalo. Durante a mesma ação, um outro suspeito foi preso por furto de celulares.
Imagens obtidas pela CNN Brasil mostram o momento em que os agentes realizam as abordagens. Veja abaixo:
Os policias estavam infiltrados entre os foliões, momento em que flagraram os homens enquanto comercializavam as bebidas fabricadas clandestinamente. Os líquidos não tinham qualquer tipo de rótulo ou marca e foram apreendidos.
Já em relação ao crime de furto, o homem foi preso em posse de três celulares, que estavam escondidos dentro da calça. À polícia, ele disse que exercia a função de guardar os aparelhos furtados por outras pessoas.
Operação na Barra Funda
No sábado passado, quando teve início a Operação Carnaval da Polícia Civil, uma operação na região da Barra Funda resultou na prisão de 12 suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em crimes patrimoniais durante blocos de Carnaval.
Policiais civis disfarçados identificaram ambulantes sem credenciamento trocando cartões bancários enquanto realizavam vendas no meio do público.
A movimentação levantou suspeitas de um esquema de fraude, que envolve a substituição de cartões das vítimas durante pagamentos. Durante a abordagem, parte do grupo conseguiu fugir, mas 12 pessoas foram detidas.
