O entorno do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL (Partido Liberal) à Presidência, avalia que o pedido de suspeição do ministro Dias Toffoli feito pela PF (Polícia Federal) e as novas revelações sobre o caso não devem servir como munição para uma ofensiva contra o STF (Supremo Tribunal Federal).
A leitura é que Flávio está numa posição hoje diferente da que estava quando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso.
Ou seja: além de filho, é presidenciável com chances reais de ser eleito.
Aliados do senador tratam o caso do Banco Master como um “barril de pólvora” que pode atingir setores do centrão e do PT (Partido dos Trabalhadores), mas não se aproxima do ecossistema bolsonarista.
A crítica ao STF foi a peça de resistência da narrativa bolsonarista nas redes e nas ruas, mas perdeu força.
Hoje, quem vocaliza as críticas mais contundentes ao Tribunal, a Toffoli e ao caso Master é o MBL (Movimento Brasil Livre) e seu braço partidário, o Missão.
