Estrela do esqui disputará Olimpíada de Inverno apesar de lesão no joelho

A superestrela americana do esqui Lindsey Vonn vai disputar as Olimpíadas de Inverno de 2026, em Milão-Cortina, apesar de ter sofrido uma ruptura completa do ligamento cruzado anterior (LCA) em um acidente na última sexta-feira (30).

Em uma publicação recente no Instagram, Vonn afirmou que seu “sonho olímpico não acabou”. A atleta, de 41 anos, confirmou a decisão durante uma coletiva de imprensa nesta terça-feira.

O acidente aconteceu durante uma prova da Copa do Mundo em Crans-Montana, na Suíça, quando Vonn perdeu o controle após aterrissar de um salto e acabou colidindo com as redes de segurança. Ela foi vista sendo atendida por médicos no local.

Mesmo com dores evidentes, a medalhista de ouro olímpica em 2010 conseguiu esquiar lentamente até a linha de chegada. Em seguida, foi levada de helicóptero a um hospital para exames adicionais — procedimento padrão em casos de lesão durante as competições.

Vonn foi a terceira esquiadora a sofrer um acidente nas atividades da manhã. Por causa da baixa visibilidade, o restante das provas do dia acabou sendo cancelado.

A americana está inscrita para disputar o downhill feminino no domingo, além das provas de super-G e da equipe combinada. Os treinos devem começar na quinta-feira, antes da cerimônia de abertura dos Jogos.

Questionada se participará das três modalidades, Vonn respondeu que ainda não sabe. Segundo ela, o foco inicial é o downhill, mas, caso o joelho esteja estável, pretende competir também nas outras provas. “Não quero ter nenhum arrependimento”, afirmou.

Durante a coletiva, Vonn revelou que, apesar dos danos extensos no joelho esquerdo, chegou a esquiar mais cedo naquele dia. Segundo a atleta, o joelho se mostrou estável, sem inchaço e, com o uso de uma joelheira, ela se disse confiante para competir no domingo.

“As Olimpíadas são a única coisa em que estou pensando”, disse. “A cada dia, meu joelho tem melhorado.”

Vonn explicou ainda que busca condições de pista que a ajudem a esquiar mais rápido — como a neve firme e compacta de Cortina — e não necessariamente aquelas que facilitariam a recuperação do joelho.

Volta por cima

A atleta protagonizou um retorno notável na última temporada, após quase seis anos afastada do esporte, mesmo depois de passar por uma cirurgia de substituição parcial do joelho. Atualmente, ela lidera o ranking da temporada de downhill da Copa do Mundo.

Uma medalha em Milão-Cortina quebraria o próprio recorde estabelecido por Vonn em 2018, quando se tornou a mulher mais velha a subir ao pódio no esqui alpino em Jogos de Inverno, e representaria um desfecho triunfante para sua carreira olímpica.

A tricampeã olímpica afirmou que o Campeonato Mundial de 2019 foi a situação mais próxima do que está vivendo agora — embora acredite que aquele momento tenha sido ainda mais difícil.

“Me sinto muito melhor agora do que em 2019, e mesmo assim conquistei uma medalha naquela ocasião”, disse. Naquele Mundial, disputado em Åre, na Suécia, Vonn levou o bronze no downhill antes de se aposentar pela primeira vez.

Perguntada sobre onde esse momento se encaixaria em sua carreira caso consiga largar e medalhar no domingo, Vonn respondeu: “Vou chegar ao portão de largada. Esse seria o melhor retorno que já fiz. Definitivamente, o mais dramático. Um retorno muito bom, se eu conseguir realizá-lo.”

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