Estupro coletivo: TJ-AC julga hoje pedido de liberdade de jogadores do Vasco-AC

A situação dos jogadores do Vasco do Acre, Brian Peixoto Henrique, Alex Pires Bastos Junior e Matheus da Silva Azeredo, é delicada após a audiência de custódia realizada na quarta-feira (18), que manteve a prisão temporária. Eles são apontados por duas mulheres como autores de um estupro coletivo no alojamento do clube.

A estratégia da defesa foca em dois momentos principais:

  • A Liminar (Decisão Individual): O desembargador Júnior Alberto Ribeiro analisa o pedido de urgência. Se concedida, os jogadores podem ser postos em liberdade imediatamente enquanto o processo corre.

  • O Mérito (Decisão Colegiada): Caso a liminar seja negada hoje, o pedido será levado para a Câmara Criminal. Lá, um grupo de três desembargadores decidirá, em conjunto, se a manutenção da prisão é legal ou se houve abuso de autoridade/falta de fundamentos.


Entendendo a Prisão Temporária

Diferente da prisão preventiva (que não tem prazo definido), a temporária é utilizada especificamente para não atrapalhar as investigações da polícia.

  • Prazo comum: 5 dias (prorrogáveis por mais 5).

  • Em casos de crimes hediondos: Pode chegar a 30 dias.

A ilusão do glamour, 15 homens, 2 mulheres, álcool e sexo: os bastidores do estupro coletivo no alojamento do Vasco/Acre

Nota: A defesa argumenta que a liberdade dos atletas não compromete a colheita de provas, enquanto a justiça, até o momento, entendeu que a detenção é necessária para o andamento do inquérito.