María Corina diz que EUA arriscaram cidadãos americanos para prender Maduro

A opositora venezuelana, María Corina Machado, disse que os Estados Unidos arriscaram a vida de seus cidadãos para derrubar a ditadura de Nicolás Maduro, razão pela qual ela dedicou seu Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos EUA, Donald Trump.

Aparecendo na Conferência de Segurança de Munique por vídeo a partir de um local não divulgado nos EUA, Machado disse neste sábado (14) que voltaria para casa o mais rápido possível, e seu retorno seria coordenado com o governo dos EUA.

Machado alegou que a atual presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, estava intimamente ligada ao ambiente criminoso do regime de Maduro – dias depois que o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, se encontrou com Rodríguez em Caracas e visitou as instalações petrolíferas do país com ela.

Machado disse que a libertação de presos políticos foi um exemplo da crescente pressão sobre o governo venezuelano. Mas centenas permaneceram atrás das grades, disse ela.

Ela disse que havia conversado na sexta-feira (13) com o colega da oposição Juan Pablo Guanipa, que foi preso novamente esta semana, apenas dois dias após sua libertação da prisão. Ela disse que ele estava sob prisão domiciliar e sua casa estava cercada por equipes de segurança.

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