Sou favorável a uma CPMI do caso Master, diz Renan Calheiros à CNN

Em entrevista à CNN, o senador Renan Calheiros (MBL-AL), presidente da CAE(Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado, declarou ser favorável à criação de uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar as fraudes do Banco Master. Calheiros afirmou que as investigações conduzidas pela CAE e por uma eventual CPMI seriam complementares.

“Se houver CPI, não terá problema. Eu assinei as CPIs e assino novamente. Os nossos trabalhos são complementares. Nós não vamos investigar a liquidação do Master porque nós queremos. É obrigação da CAE do Senado Federal fazer exatamente isso”, afirmou Calheiros durante participação no Bastidores CNN.

Calheiros afirmou que incluiu mais quatro senadores para participar da investigação na CAE. Ele destacou que muitos parlamentares pediram para integrar a comissão e todos, mesmo não sendo membros oficiais da CAE, poderão participar da investigação. “Eu coloquei muitos senadores da oposição exatamente para que nós tenhamos absoluta isenção para prosseguir na investigação e levar a investigação adiante”, explicou.

Questionamentos sobre o papel do Banco Central

Durante a entrevista, Calheiros levantou questionamentos sobre a atuação do BC (Banco Central) no caso do Banco Master. Ele mencionou que é necessário esclarecer se houve pressão por parte de diretores da instituição para evitar a liquidação do banco. “É verdade, por exemplo, que o diretor de Fiscalização Banco Central mandou mensagens pressionando o Banco de Brasília para comprar o Master, para evitar a liquidação?”, questionou.

O senador também criticou um acordo de leniência feito pela atual diretoria do BC com Roberto Campos Neto, ex-presidente do BC, que segundo ele teria cometido ilegalidades contra o sistema financeiro nacional quando era diretor do Banco Santander. “Sem que ninguém soubesse nada, o Senado, sobretudo, foi feito um acordo de leniência. O Roberto Campos Neto não fez nem defesa. E pagou, em ilegalidades de bilhões, uma multa no acordo de leniência de R$ 300 mil”, afirmou.

Prioridades na investigação

Calheiros defendeu que, antes de propor mudanças na legislação de fiscalização, é necessário identificar quem descumpriu as regras já existentes. “Eu tenho dito apenas que não tem sentido a CAE correr agora para mudar a legislação de fiscalização. Nós temos primeiro que saber quem descumpriu a legislação existente, puni-los exemplarmente para alterar a legislação”, explicou.

O senador também mencionou que esteve no TCU (Tribunal de Contas da União) para requisitar dados que, segundo ele, demonstrariam pressões por parte de dirigentes da Câmara para influenciar na liquidação do Master. “Os dirigentes da Câmara estão sendo acusados de ter participado dessa chantagem, dessa pressão. E ontem eu estive no TCU exatamente para requisitar os dados que demonstrarão isso”, afirmou.

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