Pelo menos 49 pessoas morreram no Líbano nas últimas 24 horas, de acordo com um relatório diário sobre o número de mortes divulgado neste domingo (29) pelo Ministério da Saúde do país.
Milhares de pessoas foram mortas durante o conflito no Oriente Médio desde seu início, em 28 de fevereiro, de acordo com uma contagem da CNN com base no número de mortos divulgado pelas autoridades regionais.
Eis o que as autoridades disseram sobre o número de pessoas supostamente mortas na região desde o início da guerra. A CNN não conseguiu verificar esses números de forma independente.
- Líbano: Pelo menos 1.238 pessoas foram mortas em ataques israelenses no Líbano desde 2 de março, informou hoje o Ministério da Saúde do país em uma atualização. Ontem, esse número era de 1.189. Pelo menos 124 crianças estão entre os mortos, segundo o Ministério da Saúde.
- Irã: Pelo menos 1.900 pessoas foram mortas em ataques contra o Irã desde 28 de fevereiro, informou o Crescente Vermelho Iraniano nesta sexta-feira . Em 16 de março, o ministro das Relações Exteriores do Irã afirmou que “centenas de civis iranianos”, incluindo mais de 200 crianças, foram mortos desde o início do conflito.
- Iraque: Pelo menos 101 pessoas foram mortas em todo o Iraque desde o início da guerra, segundo as autoridades. Na região semiautônoma do Curdistão, pelo menos 13 pessoas foram mortas, de acordo com o governo regional.
- Israel: Cerca de 19 civis foram mortos em território israelense desde o início do conflito, sem incluir aqueles que morreram indiretamente devido a ataques. Quatro soldados israelenses também foram mortos no sul do Líbano, segundo o exército israelense.
- EUA: Treze militares americanos foram mortos desde o início da guerra entre os EUA e o Irã, há um mês, segundo o Comando Central dos EUA.
Dezenas de pessoas também foram mortas em outros países da região desde o início do conflito. Mortes decorrentes do conflito foram relatadas nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Cisjordânia ocupada, Omã, Bahrein e Arábia Saudita desde 28 de fevereiro, segundo autoridades locais.
(Issy Ronald, Charbel Mallo, Aqeel Najim, Nechirvan Mando, Mohammed Tawfeeq, Dana Karni, Eugenia Yosef, Oren Liebermann, Tal Shalev, Tamar Michaelis e Zachary Cohen da CNN contribuíram para esta reportagem)
