Ameaça persiste no Estreito de Ormuz, diz agência marítima do Reino Unido

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Ameaça persiste no Estreito de Ormuz, diz agência marítima do Reino Unido

O Estreito de Ormuz permanece sob ameaça “crítica”, embora nenhum incidente tenha sido relatado nos últimos três dias, de acordo com as Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido.

Pelo menos 20 embarcações foram atacadas no Golfo Pérsico, no Estreito de Ormuz e no Golfo de Omã desde o início da guerra, há três semanas, informou a agência.

“O ambiente geral de ameaça marítima permanece em nível crítico devido aos padrões recentes de ataques, à contínua interferência na navegação e à persistente interrupção operacional, incluindo as instalações portuárias, em toda a região.”

Trump quer força conjunta para reabrir Estreito de Ormuz

No fim de semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a vários países, incluindo China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido, que se juntem no que descreveu como um “esforço conjunto” para reabrir o Estreito de Ormuz, rota por onde passam exportações de cerca de um quinto do petróleo mundial.

A passagem marítima está bloqueada pelo Irã, em retaliação à guerra.

A Austrália já avisou que não enviará um navio ao Estreito de Ormuz, após apelos do presidente Donald Trump, afirmou a ministra dos Transportes do país nesta segunda-feira (15).

Catherine King disse à emissora pública ABC que o país não foi solicitado a enviar um navio ao estreito, que está efetivamente fechado pelo Irã desde o início da guerra, há mais de duas semanas.

“Bem, fomos muito claros sobre qual é a nossa contribuição em relação aos pedidos, e até agora, essa contribuição é para os Emirados Árabes Unidos – obviamente, fornecendo aeronaves para auxiliar na defesa, especialmente considerando o número de australianos que estão naquela região – mas não enviaremos um navio ao Estreito de Ormuz”, disse King à ABC.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?