O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu cinco dias para que o senador Carlos Viana (Podemos-MG), atual presidente da CPMI do INSS, apresente explicações sobre possíveis irregularidades em emendas parlamentares indicada por ele.
De acordo com o despacho, dois deputados denunciaram que o senador indicou R$ 3,6 milhões em emendas à Fundação Oasis.
Tal fundação é descrita pelos deputados como braço social da Igreja Batista da Lagoinha, investigada na CPMI do INSS e mencionada também no Caso Master.
A CNN tenta contato com Carlos Viana e com a Fundação Oasis. O espaço está aberto.
Em atualização.
