Foram cumpridos, ainda, por determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, sete mandados de busca e apreensão e dois de afastamento de servidores de funções públicas em Brasiléia e Epitaciolândia.
A Corte ainda impôs ao Município de Assis Brasil a proibição de nomear para cargos públicos e de formalizar novos contratos com algumas das pessoas físicas e jurídicas investigadas.
A apuração teve início a partir de indícios de irregularidades em contratos firmados pelo Município de Assis Brasil, especialmente decorrentes de pregões presenciais destinados à locação de veículos.
Elementos técnicos reunidos pela equipe de investigação revelaram possível conluio entre agentes públicos e particulares, com direcionamento de certames, com apresentação de propostas simuladas, com superfaturamento e com utilização de empresas vinculadas entre si para a ocultação de valores.