Os investimentos diretos no país (IDP) registraram um ingresso líquido de US$ 6,8 bilhões em fevereiro, frente a US$ 10 bilhões registrados no mesmo mês do ano anterior. Isso representa uma redução de 32% no ingresso líquido IDPs.
As informações constam na nota de estatísticas de setor externo do Banco Central, divulgada nesta sexta-feira (27).
Dessa forma, o IDP acumulado em 12 meses recuou para US$ 75,9 bilhões, representando 3,24% do PIB, em fevereiro de 2026.
Em janeiro, o acumulado foi registrado em US$ 79,1 bilhões, ou 3,42% do PIB.
Já na comparação com o mesmo mês de 2025, o IDP acumulado em 12 meses foi registrado em US$ 78,3 bilhões, representando 3,64% do PIB (Produto Interno Bruto).
Os ingressos líquidos em participação no capital somaram US$ 7,5 bilhões, sendo US$ 3 bilhões em participação no capital, exceto reinvestimento de lucros, e US$ 4,4 bilhões em participação no capital – reinvestimento de lucros no Brasil.
As operações intercompanhia registraram saídas líquidas de US$ 698 milhões. Já em fevereiro do ano passado, as operações intercompanhia registraram ingressos líquidos de US$ 3,68 bilhões.
Os investimentos em carteira no mercado doméstico registraram, em fevereiro, ingressos líquidos de US$ 5,4 bilhões, dos quais US$ 2,8 bilhões foram em ações e fundos de investimento, e US$ 2,6 bilhões em títulos de dívida.
Nos doze meses encerrados em fevereiro de 2026, esses investimentos somaram ingressos líquidos de US$ 29,3 bilhões. Isso representa uma melhora já que, nos doze meses encerrados em janeiro, os ingressos líquidos foram de US$ 24,9 bilhões.