O governo do Acre confirmou o primeiro caso de mpox no estado. A infecção foi identificada no município de Brasiléia e, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), trata-se de um caso importado, sem evidências de transmissão local até o momento.
De acordo com nota pública divulgada pela pasta, o paciente esteve em viagem ao estado de São Paulo, onde possivelmente ocorreu a exposição ao vírus. Os primeiros sintomas surgiram cerca de uma semana antes do retorno à região de fronteira.
A confirmação foi feita por exame laboratorial, e o caso passou a ser acompanhado pela Vigilância em Saúde. Como parte dos protocolos, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) nacional e a unidade de fronteira em Brasileia foram acionados. As autoridades sanitárias de Cobija e de São Paulo também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e demais órgãos envolvidos foram mobilizadas para investigação e controle da situação. Todas as medidas recomendadas pelo Ministério da Saúde estão sendo adotadas, incluindo monitoramento do paciente e de possíveis संपर्कos.
Apesar do registro, o governo estadual enfatiza que não há, até agora, sinais de circulação do vírus dentro do Acre. A secretaria reforçou que mantém vigilância ativa em todo o território, com ações contínuas de prevenção, orientação às unidades de saúde e resposta rápida diante de casos suspeitos.
Em nota, o secretário de Saúde, Pedro Pascoal Duarte Pinheiro Zambon, destacou que o sistema de saúde está preparado para agir de forma oportuna, evitando a disseminação da doença no estado.
