O advogado e ex-professor de Direito, Conrado Paulino da Rosa, foi preso nesta segunda-feira (2), em Porto Alegre (RS). Ele foi denunciado pelo MPRS (Ministério Público do Rio Grande do Sul) por crimes sexuais cometidos contra dez mulheres.
A prisão preventiva atende ao pedido do MPRS para proteger as vítimas e evitar novas agressões. O pedido de prisão foi acatado pela 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado.
O advogado havia sido denunciado em 24 de fevereiro por 12 crimes contra 10 mulheres, entre eles, estupro, estupro de vulnerável, violência psicológica e cárcere privado.
Em dezembro do ano passado, ele foi indiciado pela PCRS (Polícia Civil do Rio Grande do Sul). Conforme a polícia, a investigação durou três meses e ouviu 18 vítimas. Além disso, foram colhidos depoimentos de testemunhas, perícias, exames e provas documentais. Atualmente, o homem está sendo monitorado por tornozeleira eletrônica.
Na época, a defesa de Paulino da Rosa divulgou uma nota nas redes sociais e disse que “reafirma sua absoluta certeza na inocência de Conrado em relação aos fatos que lhe foram imputados”. O espaço segue aberto para manifestações sobre a denúncia.
Conrado Paulino da Rosa teria cometido os crimes sexuais entre 2013 e 2025. Após o início da investigação, em 2 de setembro, o advogado foi desligado da FMP (Fundação Escola Superior do Ministério Público), onde lecionava.
A CNN tenta contato com a defesa de Conrado.