Esquecer onde colocou as chaves, não se recordar do nome de alguém ou até entrar em um ambiente sem saber exatamente o motivo são situações comuns no cotidiano.
Na maior parte dos casos, esses lapsos de memória estão associados à distração e não representam motivo de preocupação. No entanto, quando passam a ocorrer com frequência e começam a impactar a rotina, podem ser um sinal de alerta para questões mais sérias.
Segundo o neurologista Leonardo Maciel, da São Bernardo Samp, a diferença fundamental está na forma como o cérebro processa, armazena e acessa as informações ao longo do tempo.
“Na falta de atenção, a informação nem chega a ser registrada corretamente pelo cérebro, porque a pessoa está distraída, estressada ou fazendo várias coisas ao mesmo tempo. Já no Alzheimer, o problema é que a memória recente não é armazenada adequadamente”, explica.