Com reviravolta jurídica, Marina Silva considera seguir na Rede

Com uma reviravolta jurídica, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, considera seguir na Rede, partido do qual foi uma das fundadoras.

Na semana passada, um juiz anulou o Congresso Municipal do Rio de Janeiro da Rede Sustentabilidade por irregularidades e fraudes em processo interno.

A reunião tinha como objetivo promover uma revisão estatutária da sigla, fortalecendo o grupo da deputada federal Heloísa Helena (Rede-RJ).

A crítica é de que as alterações ampliavam a concentração de poderes da Executiva Nacional, reduzindo direitos dos filiados, fragilizando eleições internas e criando mecanismos que facilitam intervenções políticas nas instâncias locais.

Caso a anulação seja confirmada por instâncias superiores, segundo relatos feitos à CNN, a ministra avalia não mudar de partido para as eleições deste ano.

Marina já recebeu convites do PT, PSOL e PSB para a disputa em São Paulo. Ela tem sinalizado preferência por uma eleição a senadora e indicado que não tem a intenção de renovar o mandato como deputada federal.

O presidente Luiz Inácio Lula Silva (PT) ainda não fechou a chapa governista no maior colégio eleitoral do país.

Hoje, ele avalia entre os nomes dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento), Marina Silva (Meio Ambiente) e Márcio França (Empreendedorismo).

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