Terceira agremiação a desfilar na Sapucaí na madrugada desta segunda-feira (16), a Portela apresentou o samba enredo “O mistério do príncipe do Bará – a oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande”.
A agremiação contou a história do Rio Grande do Sul a partir de Custódio Joaquim de Almeida, príncipe do Benin que passou a viver na região. Sua influência foi decisiva para a comunidade negra, contribuiu para o fortalecimento do Batuque e inspirou diferentes gerações do movimento negro.
Durante o desfile, a comissão de frente levou para a Sapucaí um “drone gigante” — e tripulado. Durante a apresentação, um integrante montado decolou, sobrevoando os demais bailarinos.
Veja o momento:
CARA, TEM ALGUÉM VOANDO NA COMISSÃO DE FRENTE DA PORTELA
QUE ISSO, MANÉ???#CarnavalVDS pic.twitter.com/8D7j2ZNbQ6
— Voz do Samba
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(@vozdosamba_) February 16, 2026
O último carro alegórico da escola entrou na avenida com atraso, gerando um buraco na Sapucaí. O desfile da agremiação precisou ficar paralisado por um longo tempo para esperar que o carro alcançasse o desfile, o que pode gerar descontos na pontuação da Portela.
Nos últimos minutos, a centenária Portela precisou acelerar a saída da avenida para não estourar o tempo e completou a travessia faltando um minuto para o limite de 80 minutos.
A última escola a desfilar na madrugada desta segunda (16) é a Estação Primeira de Mangueira, encerrando a noite com tradições afro-indígenas da Amazônia através da história do Mestre Sacaca, um grande curandeiro do estado do Amapá.

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