Na tarde desta terça-feira (17), o atacante do Vasco da Gama do Acre, Alex Pires Bastos Junior, conhecido como “Lekinho”, apresentou-se à Polícia Civil acompanhado de seu advogado. O atleta é o segundo envolvido a ser detido sob a acusação de participação em um estupro coletivo ocorrido no alojamento do clube.
Detalhes da Prisão
A prisão temporária, com prazo inicial de 30 dias, foi decretada pela Justiça após as investigações apontarem a participação de jogadores no crime contra duas jovens. O mandado foi cumprido pelo delegado plantonista da Delegacia de Flagrantes (DEFLA), Alex Naldo.
Ao deixar a delegacia para ser transferido, o jogador manteve a postura de negação:
“Estou aqui de livre e espontânea vontade, eu sei que não fiz nada de errado”, afirmou Lekinho durante sua saída.
A Estratégia da Defesa
O advogado Robson Aguiar, responsável pela defesa do atleta, foi quem orientou a apresentação voluntária às autoridades. Segundo Aguiar, o foco agora é a análise detalhada dos autos para contestar as acusações.
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Análise técnica: A defesa afirma que há “muita coisa para verificar”.
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Próximos passos: O objetivo declarado é provar a inocência do jogador durante o período de custódia.
Situação das Investigações
Após os procedimentos na DEFLA, Lekinho foi transferido para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), que conduz o inquérito.
O caso, que chocou o cenário esportivo local, ainda possui desdobramentos pendentes. Até o fechamento desta edição, os outros dois acusados, Brian Peixoto Henrique e Matheus da Silva Azeredo, permanecem foragidos. A polícia continua as buscas e reforça que qualquer informação sobre o paradeiro dos suspeitos pode ser repassada de forma anônima.