Após denúncia de transporte ilegal de madeira, Bocalom direciona contratação direta que beneficia dono da Miragina

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), fez contratação direta, sem licitação, de um galpão (situado na Trav. São João, lote 03, setor 4, Zona B – Bairro Distrito Industrial) onde será estocada madeira que o município pretende usar na construção de casas populares (Programa 1001 Dignidades).

O terreno pertence ao dono da Miragina, José Luiz, e havia sido levado a leilão para quitar dívidas da antiga proprietária, a empresária madeireira Adelaide de Fátima.

Fátima é dona da empresa ASSCON, que ganhou licitação para comprar a transportar 3.600 metros cúbicos de todas brutas desde um plano de manejo situado no município de Feijó. Esta quantidade é equivalente a 100 carretas carregadas, mas, de acordo com o IMAC, que autoriza o plano de manejo, apenas 100 metros cúbicos estão declarados oficialmente por meio de DOF (Documento de Origem Florestal).  Incomodada, a filha da empresária, Mayara machado, pediu direito de resposta, mas desistiu em seguido quando o jornalista Assem Neto solicitou que ela comprovasse a origem a madeira (Print acima).

A reportagem denúncia está logo abaixo e foi publicada no dia 14 de maio.

O decreto, assinado pelo secretário Antônio Cid (Infraestrutura e Mobilidade Urbana) diz que a prefeitura pagará R$ 240 mil anuais pela locação do galpão, reforçando a suspeita de golpe eleitoral – já que as casas deveriam ter sido entregues no Dias das Mães.

É fria! madeira que Bocalom diz ter comprado para 1001 casas não tem documento de orígem

 

 

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