Policial penal que matou picolezeiro afronta guarnição, desperdiça comida, tinha arma na cela e deve ser transferido para segurança máxima

Um relatório produzido pela direção da Unidade UP-4, a antiga Papudinha, revela que o policial penal Alessandro Rosas Lopes, preso pela morte do vendedor de picolés Gilcimar Honorato, praticou um série de faltas graves, como são chamados os erros cometidos por detentos. No documento são citadas ameaças a guarnição de plantão, brigas com outros detentos e desperdício de alimentação. Consta ainda que durante uma inspeção na cela foram encontrados um vídeo game, telefones celulares e até estoque, arma branca de fabricação caseira. Com base nesse extenso documento o promotor da Vara de Execuções Penais, Tales Tranin, solicitou a transferência do preso para a unidade segurança máxima Antônio Amaro. A decisão caberá a Juiz da VEP Hugo Toquato.

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