Rio Acre avança sem previsão de trégua e aumenta desespero na capital e interior

O vídeo acima, gravado há pouco, mostra o estrago provocado pelo Rio Acre, especialmente na Rua Eduardo Asmar, que corta todo o calçadão da Gameleira, segundo distrito de Rio Branco. A via pública sumiu e pode ser interditada. Comércios e residência ali estão inundados. A ponte metálica, ameaçada pela força da correnteza e dos balseiros, permanece interditada.

Imagem aérea do Riozinho do Rola

Às 6 horas desta quinta-feira, o nível do rio alcançou 17.18 metros e deve subir mais rapidamente nas próximas horas, segundo prognóstico do Serviço Geológico Brasil. Até ao meio-dia de quinta-feira (30) espera-se que o nível do Rio Acre provavelmente atinja a cota de 17,20 m.

A Defesa Civil fez alerta para aumento do nível do Rio Acre e impacto a mais pessoas na capital, por causa da subida muito rápida do Riozinho do Rola, principal afluente do Rio Acre.

Em Rio Branco já são 39 abrigos e quase 2 700 pessoas desabrigadas. Sete pontos do trânsito também tiveram que ser fechado.

1997

Se a previsão for confirmada, aproximaria ainda mais da segunda maior enchente da história, ocorrida em 1997, quando o nível do rio alcançou 17.64 metros. Naquele cenário, cerca de 15% da energia elétrica na capital foi interrompida por medida de segurança e somente na capital quase 25 mil imóveis e 99 mil pessoas haviam sido atingidas, sendo que a maior parte foi abrigada em casa de parentes e amigos. Em Brasileia, onde a situação foi pior, 95% da área urbana foi atingida pelas cheias.

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